Qui, 25 de Abril de 2019

 

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COMUNICADO À CATEGORIA GRÁFICA

Sindicato - Qua, 17 de Abril de 2019

COMUNICADO À CATEGORIA GRÁFICA

Comunicamos aos (as) trabalhadores (as), que a sindicalização dos mesmos (as) é garantia constitucional, prevista no artigo 8º da Constituição Federal. Salientamos, que ser sócio (a) de uma entidade sindical, é de autonomia dos trabalhadores (as), sem poder haver intervenção do Estado e das empresas, sendo neste último caso uma pratica antissindical.
Os (as) trabalhadores (as) quando se associam ao seu sindicato, por sua opção, pois, esta é uma decisão de fórum intimo de cada trabalhador (a), assinam a ficha de sócio (a), onde autorizam o desconto em folha. Portanto, decisão esta de caráter pessoal, manifestação de vontade, sem intervenção de terceiros.

Ao associar-se ao sindicato os (as) trabalhadores (as) tem a sua disposição vários serviços: médico, dentista, oftalmologista, psiquiatra, salão de festa, sede campestre, departamento jurídico, e outros serviços de assessoria. Salientamos que muitas empresas, além de pagar baixos salários, explorando a mão de obra que é abundante no mercado, sonegar impostos, utilizarem free lance, descumprirem a legislação, com ambientes de trabalho precários e insalubres, não oferecem nada de assistência social, sendo o sindicato o guardião dos poucos direitos dos trabalhadores (as).

A decisão da empresa de NÃO DESCONTO EM FOLHA DE PAGAMENTO DA MENSALIDADE a favor do sindicato, a qual tem autorização do (a) trabalhador (a), acarretará prejuízo imensurável aos (as) associados (as), pois, ficarão sem acesso aos serviços referenciados acima. Tal decisão da empresa é arbitrária, causando prejuízo aos (as) trabalhadores (as) e dependentes, pois, os serviços são extensivos a toda a família dos (as) associados (as), ferindo o artigo 8º da Constituição. Da mesma forma, a empresa estará causando prejuízo irreparável aos (as) trabalhadores (as) e seus dependentes, caso não desconte as mensalidades em relação ao plano de saúde. Salientamos que o plano de saúde, também é decisão espontânea, voluntária por parte do (a) trabalhador (a).

Informamos que a empresa será a responsável pelos danos causados aos trabalhadores (as), em face aos não descontos das mensalidades de sócio(a) e do plano de saúde. Aqui está mais uma demonstração de autoritarismo do patronal, que querem o fechamento das entidades sindicais dos trabalhadores (as), que são os representantes legitimo dos (as) mesmos (as).Os patrões apoiaram a reforma trabalhista, agora apoiam a reforma previdenciária.

A FIERGS, FIESP e o SINDICATO PATRONAL DA INDÚSTRIA GRÁFICA DO RS são favoráveis à retirada de direitos dos (as) trabalhadores (as).


ASSOCIE-SE, FAÇA SEU SINDICATO FORTE E REPRESENTATIVO, POIS, SÓ ASSIM SEREMOS RESISTÊNCIA CONTRA OS DESMANDOS DO CAPITAL.

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PAUTA DE REIVINDICAÇÕES 2019

Sindicato - Ter, 26 de Março de 2019

PAUTA DE REIVINDICAÇÕES

CATEGORIA PROFISSIONAL GRÁFICA

Clique no link abaixo e veja na integra pauta de reivindicações aprovada em Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 18 de março de 2019.

pauta em pdf clique aqui

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COMUNICADO TRABALHADORES (AS) GRÁFICOS(AS)

Sindicato - Ter, 26 de Março de 2019

Desde o ano de 2013, encontra-se em andamento o processo no qual, através do STIGPOA, você está buscando diferenças relativas ao FGTS.

Até o presente momento todas as sentenças proferidas nesses processos foram contrárias ao interesse dos trabalhadores, ou seja, estamos perdendo todos os processos.

Nesses casos estamos entrando com os recursos cabíveis. Ocorre que, a partir de agora começa a acontecer um fato novo. Quando entramos com os recursos no TRF4 esse tribunal tem mantido a sentença de 1º Grau e ainda revogado o benefício da assistência judiciária gratuita e tem condenado os trabalhadores recorrentes ao pagamento de honorários para a União. Ou seja, além de perderem o processo, são condenados ao pagamento de honorários.

Diante de mais esse problema nos vemos forçados a lhe procurar e informar dos riscos que se corre hoje ao recorrer das decisões de primeiro grau.

Se não recorrermos, nos conformamos com a decisão de primeiro grau e não ganhamos nada, mas também não teremos que pagar nada.

Se recorrermos, teoricamente estaremos tendo mais uma chance de ver o Judiciário mudar de ideia, e talvez ganhemos. Mas, no presente momento o mais provável é que percamos os processos e ainda sejamos condenados ao pagamento de honorários e custas.

Assim sendo solicitamos a sua manifestação por escrito, nos informando qual a sua decisão.

Recorremos e corremos o risco de sermos condenados ao pagamento de honorários?

Ou nos conformamos com a decisão de primeiro grau e não entramos com nenhum recurso?

Aguardamos sua manifestação no prazo de 5 (cinco) dias.

No seu silêncio faremos a interposição dos recursos cabíveis, sendo que, nesse caso, Vsa. já está ciente dos riscos referentes ao pagamento de custas e honorários processuais para a União.

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